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PROGRAMA “ACOLHE”

Programa ACOLHECuidando dos Pais e Responsáveis. ​

Em nossa contemporaneidade, houve o aumento de pesquisas, tratamentos e cuidados para as pessoas diagnosticadas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), mas ainda pouco se centraliza nos cuidados subjetivos e psicológicos dos pais e responsáveis destes sujeitos.

Enquanto seres humanos, somos formados por elementos diversificados, singulares, compostos por uma dialética eufórica em expansão constante. Cada mãe, pai e responsável legal vivenciará estas experiencias de maneira única, impossível de comparação absoluta perante o outro.

Na prática cotidiana, se sabe as dificuldades e os desafios enfrentados pelos pais e responsáveis. Modifica-se rotinas, atuação profissional, gastos financeiros, tempo de lazer, dentre diversos outros conteúdos. Vale destacar que toda mudança enfrentará desafios, porém, o que vemos, principalmente após a máxima pandêmica vivenciada ainda recentemente, fora o aumento desta demanda e, consequentemente, das queixas intrapessoais.

Podemos ir mais além, a complementar o parágrafo acima, disserto sobre os meios subjetivos e psicológicos atingidos destes sujeitos. 

No caso, refere-se aos conteúdos nomeados e exemplificados como a tristeza, o cansaço, o estresse, as frustrações, a angústia, as dores, os anseios, as preocupações atuais e futuras. 

O pensar no outro, cobrará bastante de nossa energia, muitas vezes, adquirindo uma colocação do próprio sujeito em segundo plano.

Em suma, a proposta desta escrita se vem a partir da elaboração do empírico, da experiência vivenciada no real de mães, pais e responsáveis, e como, a partir de suas realidades singulares, poder pensar a (re) colocação deste sujeito em “primeira pessoa”. 

Que não seja esquecido o cuidar e acolher conjuntamente os pais e responsáveis, pois é de suma importância a integração aos cuidados e trabalhos oferecidos as pessoas diagnosticadas com TEA.

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Psicopedagoga

Psicopedagogia Clínica

A psicopedagogia age de forma preventiva e interventiva, na interface da saúde e da educação, propondo a reflexão, discussão e apresentação de propostas psicopedagógicas quanto às dificuldades de aprendizagem. Ao contrário do que as pessoas pensam a psicopedagogia não é reforço escolar, é um trabalho que visa desenvolver habilidades para a aprendizagem, seja ela escolar ou não. 

Quando com ênfase em neurociências, leva em consideração o estudo do cérebro, visando desvendar seu funcionamento, estrutura, desenvolvimento e eventuais alterações que sofra. 

Os atendimentos psicopedagógicos podem acontecer desde a primeira infância com a estimulação precoce até a vida adulta, sempre pensando no desenvolvimento da independência e autonomia da pessoa que está em atendimento. 

Nas intervenções clínicas, o profissional se baseia no plano terapêutico individualizado, elaborado de acordo com a anamnese feita com a família e o alinhamento feito com o restante da equipe multidisciplinar, para planejar suas ações. 

Este profissional pode atuar na psicopedagogia na clínica e institucional, atuando na formação continuada de educadores, na consultoria escolar e na orientação familiar.

Autora: FABIANA BURGOS, Psicopedagoga

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